Imagino como é passar um dia sozinha. Mas sozinha mesmo. Sem ninguém torrando a paciência, ninguém pedindo favores, ninguém falando no pé do ouvido. Sem ver, nem ouvir, nem precisar responder a ninguém. Ninguém para me deixar preocupada ou desesperada, como pareço sempre estar. Só eu. Eu, meu consciente, meu inconsciente e meu subconsciente, as quatro partes fracionárias de mim que vão se tornando mais internas e que, quando somadas, formam o que eu sou.
Para esclarecer, não falo no sentido figurado. Estar sozinha no sentido de estar “presa dentro da minha própria massa encefálica” é algo frequente. Frequentemente me vejo vagando por lugares inimagináveis, com pessoas que nem eu mesma conheço, em situações que nunca seria capaz de enfrentar. Completamente normal. Não preciso de mais disso. Quando eu escrevo “sozinha”, eu realmente quero dizer sozinha. Fisicamente. Mas assim, estando fisicamente só, fico psicologicamente e emocionalmente recolhida, também, mas de um jeito que ninguém pode intervir. De vez em quando é bom estar consigo mesmo e só consigo.
Um lugar fechado, no meio do nada, com apenas água o bastante para me manter ativa (porque água é imprescindível), seria o ideal. Não pediria isso por mais de um dia e estaria extremamente satisfeita. Seria a oportunidade para esquecer de que tenho sentimentos e problemas para resolver; seria esquecer do cotidiano, da monotonia, da angústia e das pedras no sapato. Seria genial.
Eu me acharia genial. Acharia todos geniais. Acharia a paciência esgotada, os favores, a falatória, os sentimentos, os problemas, a monotonia, a angústia e as pedras no sapato simplesmente geniais. Tudo seria genial. Depois de esquecer de que tudo existe, você há de perceber que você precisa de tudo.
Inclusive da porcaria da batalhada pausa.
Que, se você parar para observar, também é genial. E assim segue o ciclo.
Para esclarecer, não falo no sentido figurado. Estar sozinha no sentido de estar “presa dentro da minha própria massa encefálica” é algo frequente. Frequentemente me vejo vagando por lugares inimagináveis, com pessoas que nem eu mesma conheço, em situações que nunca seria capaz de enfrentar. Completamente normal. Não preciso de mais disso. Quando eu escrevo “sozinha”, eu realmente quero dizer sozinha. Fisicamente. Mas assim, estando fisicamente só, fico psicologicamente e emocionalmente recolhida, também, mas de um jeito que ninguém pode intervir. De vez em quando é bom estar consigo mesmo e só consigo.
Um lugar fechado, no meio do nada, com apenas água o bastante para me manter ativa (porque água é imprescindível), seria o ideal. Não pediria isso por mais de um dia e estaria extremamente satisfeita. Seria a oportunidade para esquecer de que tenho sentimentos e problemas para resolver; seria esquecer do cotidiano, da monotonia, da angústia e das pedras no sapato. Seria genial.
Eu me acharia genial. Acharia todos geniais. Acharia a paciência esgotada, os favores, a falatória, os sentimentos, os problemas, a monotonia, a angústia e as pedras no sapato simplesmente geniais. Tudo seria genial. Depois de esquecer de que tudo existe, você há de perceber que você precisa de tudo.
Inclusive da porcaria da batalhada pausa.
Que, se você parar para observar, também é genial. E assim segue o ciclo.
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